Do Porto, para onde os seus dados estiverem.
Construímos a Cosmopolitan Squirrel depois de ver projetos de IA e BI a morrer pela mesma razão: uma ferramenta bonita que ninguém usava, construída por gente que se foi embora antes de o pó assentar.
O nome é uma piada pequena que acabou séria. Um esquilo recolhe, classifica e lembra-se — e os urbanos, os cosmopolitas, fazem-no por territórios que ninguém mapeou para eles. É essa a forma do trabalho: pegar no que está disperso, transformá-lo em algo útil, e deixar a equipa melhor a fazê-lo do que estava quando chegámos.
Estamos sediados no Porto, trabalhamos sobretudo em português, espanhol, inglês e francês, e viajamos até onde os dados estão quando é preciso. A maioria dos projetos é remote-first; alguns precisam de algumas semanas no terreno.
Cada projeto recebe atenção dedicada. Um responsável sénior conduz o trabalho de ponta a ponta, com especialistas chamados onde acrescentam valor real. Dimensionamos a equipa ao problema, não o contrário.
Quatro coisas que se mantiveram verdadeiras.
Feito à medida, nunca por template.
Se construíssemos o mesmo para o cliente seguinte, recomendaríamos antes que comprasse software.
Construir só o que vai ser usado.
Medimos a adoção seis semanas depois do lançamento. Se ninguém abriu, errámos em alguma coisa.
Sem lock-in disfarçado de parceria.
Entregamos o que construímos com documentação suficientemente boa para sermos opcionais ao terceiro mês.
Linguagem clara, em quatro línguas.
Trabalhamos em PT, EN, ES e FR. Recusamos as palavras 'unlock', 'revolutionise' e 'leverage'.